Revista TH - Fevereiro - Março / 2022
A Revista Oficial da Terapia Holística - No 74 / 2022 30 Ao invés de ficarmos "adivinhando" onde estão os desequilíbrios simplesmente nos baseando em tabelas de sintomas, nós vamos, LITERALMENTE, colocar a mão na massa. Com a ponta dos dedos, tocaremos cada um dos pontos de alarme demonstrados. À semelhança do que observamos via reflexoterapia auricular, notaremos poucos desequilíbrios. Comumente, nosso cliente relatará cerca de 2 ou 3 pontos de alarme sensíveis ao toque. Nos ocuparemos, primeiramente, daquele meridiano cujo ponto de alarme tenha sido o de maior sensibilidade (dolorido). Seguiremos seu trajeto, também com os dedos, mas somente no trecho relativo aos 5 Movimentos Chineses. E, novamente, perguntaremos ao cliente para que nos avise qual é o "ponto" mais sensível ao toque. Obs: estes pontos são BILATERAIS, ou seja, são em pares, estando um de cada lado do corpo, simetricamente… Justamente nestes é que nos ateremos, estimulando-os, bilateralmente, por cerca de um minuto. Isso pode ser feito com o próprio toque/pressão da ponta dos dedos, ou, aplicando-se outras formas de estímulos, desde agulhas (acupuntura), até cores (cromopuntura), imãs (magnetoterapia), etc, etc. Uma vez terminado o estímulo, volte a testar o ponto de alarme respectivo e notará que a sensibilidade ao toque sumiu... Ou diminuiu muito ! Caso ainda persista, parta para o "2o colocado" de sua lista de pontos de alarme sensíveis, pesquisando em seu meridiano respectivo e estimulando o ponto que detectar mais sensível. Volte a testar os pontos de alarme e notará que a sensibilidade exacerbada de antes, não existe mais. Pronto ! Uma bem sucedida estimulação terapêutica. Nas reflexoterapias, não há pontos pré-existentes... Os mapas apontam para zonas, regiões, que estatisticamente, são associadas a centros de energia e/ou caminhos de energia (meridianos). Os pontos só surgem SE e somente se estiverem espelhando um desequilíbrio.
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