Revista TH - Agosto / Setembro - 2021

A Revista Oficial da Terapia Holística - No 70 /2021 39 Segredos dos cinco Pranas Para que haja mudanças reais é necessário alterar a energia que cria. Este fato é verdadeiro na prática do Yoga. Para causar mudanças positiva no corpo e na mente devemos compreender a energia com qual se trabalha. A esta energia denomina-se de Prana, significando a energia primordial. É traduzida a força vital, embora seja muito mais que isto. Certamente o universo inteiro é uma manifestação do Prana, que é o poder criativo original. Em um nível cósmico há dois aspectos básicos de Prana. O primeiro é o aspecto é a energia de Consciência pura que transcende toda a criação. O segundo ou o Prana manifesto é à força da criação própria. O Prana eleva-se a qualidade (guna) dos rajas, a força ativa da natureza (Prakriti). A natureza ela mesma consiste em três gunas: sattwa ou harmonia, que causam a mente, o rajas ou o movimento, que causa o prana, e tamas ou inércia que causam o corpo. Certamente poder-se-ia discutir que Prakriti ou a natureza são primeiramente Prana ou rajas. A natureza é uma energia ou um Shakti ativo. De acordo com a tração ou a atração do Self mais elevado ou da consciência pura (Purusha) esta energia torna-se sattwica. Pela inércia da ignorância esta energia torna-se tamásica. Relativo à nossa existência física, Prana ou a energia vital são uma modificação do elemento do ar, primeiramente o oxigênio que nós respiramos que permite que vivamos. Contudo, enquanto o ar origina no éter ou no espaço. Prana levanta-se no espaço e remanesce-se conectada próxima a ele. Onde quer que nós criemos o espaço a energia ou Prana devem levantar-se automaticamente. O elemento do ar relaciona-se ao sentido de toque. O ar em um nível sutil é toque. Com o toque nós nos sentimos vivos e podemos transmitir nossa vida-força a outra. Contudo, enquanto o ar se levanta no espaço, assim que toca levanta-se do som, que é a qualidade do sentido que corresponde ao elemento do éter. Através do som nós elevamos e sentimos nossas conexões mais longas com a vida ao todo. Ser do ser humano consiste em cinco koshas ou copos sutis:

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