Revista TH - Junho - Julho - 2021
A Revista Oficial da Terapia Holística - Nº 70 /2021 53 DISCUSSÃO Existem hoje diferentes estudos e interpretações dos mapas numerológicos, como também posturas distintas entre autores de livros, instrutores da técnica, pesquisadores antigos e modernos . Mas o que se evindencia de fato é que praticamente todos seguem a tabela pitagórica (abaixo) que podemos entender da seguinte forma, quanto mais integração na análise do mapa, maiores serão os resultados, e maior srão as chances de ajudar as pessoas a descoberta de seus potencias. Outra ferramenta de entendimento da técnica estaria um pouco atrás, propriamente entre os séculos III e IV antes de Cristo, os judeus da Caldéia, não só acreditavam como explicavam a organização do universo em planos de Criação formadores de 10 (dez) esferas. A primeira delas seria a Unidade, o princípio de todas as coisas. A segunda, a dualidade. Da união de ambas, surgiram todas as outras. O número 3 (três), seria a Água. O número 4, o Fogo. O 5 (cinco), 6 (seis), 7 (sete) e 8 (oito) representariam os Pontos Cardeais. O 9 (nove) e 10 (dez), os dois pólos da Terra. Já naquela época o homem estava convencido de que os números têm existência real e são dotados de um poder capaz de influenciar no destino dos homens e de todas as coisas vivas. Dentro da visão Holística, é inadimissivel supor que a numerologia possa analisar uma pessoa tomando como base aspectos negativos ou destruitivos, o máximo que podemos admitir são os VíCIOS, ou seja condutas inadequadas que no decorrer da vida a pessoa acostumou-se com atitudes de pensamentos . Aristóteles(*) distingue vícios e virtudes pelo critério do excesso, da falta e da moderação: um vício é um sentimento ou uma conduta excessivos, ou, ao contrário, deficientes; uma virtude, um sentimento ou uma conduta moderados. TABELA DE TENDÊNCIAS Número VIRTUDE EXCESSO DEFICIÊNCIA
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